COMANDADO POR VIVIANE COUTTO E MATHEUS
A Microsoft anunciou nesta terça-feira (13) que irá
começar a vender o Xbox One sem o Kinect. A iniciativa visa diminuir o
custo do console para concorrer diretamente com o Playstation 4 na mesma
faixa de preço.
A nova versão do aparelho começara a ser vendida em 9 de
junho e custará US$ 400(aproximadamente, R$ 886), cem dólares a menos
que o original.
A Microsoft apostava que o novo Kinect seria usado por
desenvolvedores para ampliar a experiência de imersão em seus games. No
entanto, ele foi mal utilizado até o momento e virou alvo de críticas
por parte dos jogadores, que consideravam o aparelho desnecessário.
Titanfall, game mais vendido para a plataforma,
não utiliza o Kinect de forma alguma. Outros jogos utilizam poucos
comandos de voz e gestos e Kinect Sports Rivals é o único título que foi desenvolvido especialmente ser usado com a ferramenta.
Fonte: TERRA
NOVIDADES/ Sony busca no Brasil games e estúdios para investimento:
Estúdios brasileiros suam a camisa para conseguir finalizar e colocar
seus jogos à venda para o público. O bom resultado criativo no país
atraiu a atenção de grandes empresas do setor. Hoje, elas olham os
desenvolvedores brasileiros de outro modo e começam a planejar
investimentos. É o caso da Sony, dona do PlayStation e de franquias como
"God of War" e "Uncharted". A empresa enviou um "olheiro" para
participar do Brazil's Independent Games Festival, o BIG Festival, que
acontece até 18 de maio em São Paulo."Nosso objetivo é viajar pelo mundo em busca de desenvolvedores inovadores com equipes pequenas e com ótimas ideias para ajudá-los a lançar suas criações nas plataformas PlayStation", afirma Hector Sanchez, produtor de desenvolvimento externo do estúdio Santa Monica da Sony Computer Entertainment. "Temos experiência em encontrar talentos e bons games. O caso mais conhecido é do estúdio Thatgamecompany, responsável por games de sucesso como 'Flow', 'Flower' e 'Journey', games como 'Unfinished Swan' e outro que será lançado em breve."
"O importante é que o game mostre boas ideias e propostas inéditas de jogo", explica. "Veja 'Flower' e 'Journey', por exemplo. Eles são mais experiências do que games. Por apresentarem uma qualidade incrível, fizeram sucesso. Queremos mais jogos assim".
Sanchez foi produtor dos games "Mortal Kombat" e "Injustice: Gods Among Us" no estúdio Netherrealm. Ele diz que assim que começou a trabalhar com a Sony Santa Monica viu todos os estúdios independentes que estavam sob o guarda-chuva da empresa e teve uma surpresa. "Não há parceria entre estúdios da Sony com nenhum estúdio da América Latina", atesta. "Tenho a certeza de que há uma riqueza de talento e de criatividade no país que ainda renderá bons frutos".
Com o estúdio escolhido, ele passa a fazer parte da Sony, recebendo todo o auxílio para concluir o jogo e atingir a qualidade esperada e os recursos em dinheiro e em equipamentos para concluir o projeto e comercializá-lo, conta Sanchez. "Nos envolvemos na produção, no design no game, criando uma colaboração entre o nosso grupo e o estúdio".
Esta é a primeira visita oficial da Sony para ficar de olho nos estúdios de games brasileiros. Com o maior contato, o executivo diz que a empresa pode aprender sobre o trabalho de pequenos grupos, custos e impostos para desenvolver games aqui.
Ele afirma que não há obrigação de voltar para os Estados Unidos após o BIG Festival com contratos fechados com empresas brasileiras - "isso será um extra", disse. O importante é recolher informações sobre o cenário atual do mercado de desenvolvimento de games brasileiro e usar os dados no futuro. "Quero que os desenvolvedores saibam que estamos tentando contratar uma equipe aqui da América Latina que tenha um jogo inovador para lançá-lo nas plataformas PlayStation. É um mercado grande e importante para nós".
Fonte: G1
NOTÍCIAS/ Herói de "Profissão Perigo", MacGyver ganha jogo de celular ainda em maio:
O homem que constrói bombas usando apenas clipes de metal, goma de mascar e fios de cabelo está a caminho dos celulares e tablets. Produção da FairPlay Media, "MacGyver: Deadly Descent" será lançado no próximo dia 21, para Android e iOS.
No jogo, MacGyver, protagonista da série que, no Brasil, ficou conhecida como "Profissão Perigo", terá que resolver diversos tipos de desafios e quebra-cabeças para salvar um grupo de cientistas, presos num laboratório.
Parte do dinheiro obtido pela venda do jogo será destinado à The MacGyver Foundation, que trabalha no "incentivo e suporte a indivíduos e organizações de todo o mundo que utilizam a sustentabilidade e a não-violencia para melhorar a vida das pessoas".
Fonte: UOL
LANÇAMENTOS /'Sr. Barriga' vem ao Brasil para lançamento de Chaves Kart:
Edgar Vivar, ator que interpretou o "Senhor Barriga" no
seriado "Chaves", virá ao Brasil na próxima quinta-feira (15) para
participar do lançamento do game Chaves Kart em um evento
reservado à imprensa. Inspirado na série original e no desenho animado, o
jogo possui versões para Playstation 3 e Xbox 360 e ainda não teve seu
preço divulgado.
Em Chaves Kart, diversos personagens do seriado
como Chaves, Seu Madruga, Dona Florinda e outros disputam corridas de
kart e utilizam itens para evitar que os adversários alcancem a linha de
chegada primeiro. As pistas do game são inspiradas em locais retratados
nos episódios originais da série e também contam com cenários em
cidades brasileiras, como São Paulo e Rio de Janeiro.
NA MODA GAMES: Com Karina
Jodie de Beyond Two Souls, tem suas características em que podemos retirar os modelitos joviais, como a jaquetinha quadriculada e a blusa por dentro, Com a jaqueta aberta e claro um casaco amarrado na cintura séria nada mal para uma estudante que sai-se da escola... Ou alguma jovem que fosse a um shopping da vida...
Então minha dica e essa, Jodie, Na Moda Games .
EXCLUSIVO/ Racismos de pele que sonda Resident Evil 5:
TSG NOTÍCIAS PERCORRE O FATO QUE CHOCOU MUITOS FÃS DA SÉRIE.
Em 2007, Resident Evil 5 ainda passava por seus
estágios iniciais de divulgação. Com uma história e desenvolvimento
longe de chegarem a um fim, o título já mostrava o que a série vinha
para trazer na sétima geração de consoles. O investimento aqui era em
uma fidelidade gráfica impressionante e em uma das primeiras aventuras à
luz do dia, com forte uso do contraste entre iluminação e sombra.
Junto com os primeiros trailers do título, porém, veio também uma polêmica que, não fosse o acertado trabalho de contenção de danos feito pela Capcom, poderia ter minado de forma profunda a expectativa por Resident Evil 5. Pela primeira vez, a franquia chegava à África. E também pela primeira vez, um título da série era acusado de preconceito racial.
Tudo começou quando a pesquisadora Bonnie Ruberg, da Universidade de Berkley, publicou um artigo no site The Village Voice
sobre o recém-lançado trailer de Resident Evil 5. Chris Redfield dizia
que as vítimas continuavam a se acumular em tantos anos de luta e que,
agora, era hora de cumprir seu trabalho até o final. Ele fazia tais
afirmações enquanto disparava contra uma horda de africanos.
Ruberg chama a atenção para o fato de que mesmo os negros ainda não infectados apresentavam uma forma assustadora no vídeo. E que, o tempo todo, o protagonista branco estava tentando impedir que todo o mundo fosse tomado pela praga. Citando possíveis referências à epidemia mundial de AIDS, a blogueira acredita que, na verdade, a verdadeira ameaça ali é a raça e não algum tipo de vírus mortal.
Ela lembra, ainda, a antiga “One-drop Rule”, uma lei racista que
vigorou durante anos enquanto os Estados Unidos ainda eram um país
escravocrata. De forma a evitar a miscigenação e extinguir os negros,
foi criada uma definição de raça branca: qualquer conexão ou traço
genético africano já seria passível de suspensão de direitos e outras
penas legais. A ideia era manter os americanos afastados e preservar a
pureza racial.
A questão foi replicada em outros veículos relacionados à questão racial. No Black Looks, que também aborda o feminismo, a blogueira Kym Platt taxa como “preocupante” a exibição de africanos selvagens e desumanizados sendo massacrados por um militar branco. Especialmente quando isso acontece em um video game, um meio extremamente popular com crianças e adolescentes.
Ao lado do já revelado Chris Redfield estava Sheva Alomar, uma
integrante da B.S.A.A. africana e nativa da região de Kijuju, onde se
passava o enredo do game. Sabe-se, hoje, que o modo cooperativo estava
previsto desde o início do desenvolvimento, com Barry Burton, inclusive,
sendo pensado como o parceiro. Não se sabe, porém, até que ponto a
substituição do veterano por uma moça negra se relacionou à polêmica
racista. Mas tudo aponta para isso.
E essa não foi a única mudança. Apesar da população de Kijuju e arredores ainda ser essencialmente negra, o jogo ganhou uma série de novos inimigos, com etnias oriundas do Oriente Médio e Europa. Brancos, loiros e homens de aparência árabe dividiam espaço com africanos em uma horda mais homogênea e global.
Com a aproximação do lançamento do game, foi a vez do Eurogamer tentar ressuscitar a polêmica. Em uma de suas últimas prévias do game, o site critica a cena em que Allyson é puxada pelos cabelos pelos Majinis. A moça loira e indefesa, sendo atacada por negros sem chance de ser defendida pelo herói branco, foi citada como algo vindo direto dos anos 1920, quando o racismo ainda imperava nos EUA e a raça negra era vista como ameaça.
Finalmente, a Capcom se pronunciou sobre o assunto. Em uma das poucas declarações oficiais sobre o assunto, o ex-diretor de comunicação da empresa, Chris Kramer, afirmou que a África representa o fechamento de um ciclo para a saga, já que o T-Vírus, que originou os principais horrores da saga, havia sido criado a partir de uma planta encontrada no continente.
Além disso, a ideia era utilizar um lugar claro e plano, com luz constante e uma sensação de tensão constante. A África pareceu o local adequado para mostrar o contraste entre luz e sombras, sem qualquer tipo de mensagem subliminar ou questão oculta nesse propósito. Tratava-se, apenas, de dar novos ares à série e aproveitar o potencial gráfico da sétima geração de consoles.
É esse distanciamento que, muitas vezes, acaba gerando personagens
caricatos e uma demonstração nada precisa do território africano. Como
exemplos, é possível citar o ugandês Drebin, de Metal Gear Solid IV:
Guns of the Patriots ou Barret Wallace, de Final Fantasy.
Outra possibilidade é uma provável ingenuidade por parte dos desenvolvedores de jogos. Apesar de ser uma das mais lucrativas do mundo, a indústria dos games está longe de ser madura. E isso inclui também a ideia de que os títulos podem servir como mais do que peças de entretenimento, suscitando questões para a sociedade ou levantando questionamentos.
Simples assim. Os produtores, enfurnados em seus escritórios durante horas na tentativa de entregar o melhor resultado possível, simplesmente não param para pensar que seu trabalho pode ter consequências maiores do que o simples ato de divertir. O pensamento sobre as implicações sociais dos video games ficam em segundo plano, abaixo de gráficos, mecânicas de jogabilidade e outros aspectos.
Um exemplo recente desse tipo de coisa aconteceu com Assassin’s Creed III, acusado de instigar o preconceito dos americanos contra os britânicos. Ao mostrar o assassino Connor agindo apenas contra os “casacos vermelhos”, a Ubisoft – uma desenvolvedora europeia, sediada na França – foi apontada como instigadora de uma rivalidade já secular.
A questão, porém, não gerou mudanças no desenvolvimento ou direcionamento do game. Segundo Corey May, roteirista do game, a história não tenta tomar lados na Guerra de Secessão, e sim, mostrar uma batalha dentro de outra e abordando-a de todos os lados.
A polêmica do racismo de Resident Evil 5 fez com que a Capcom aprendesse uma lição. Ao exibir um apocalipse zumbi internacional em RE6, que tem boa parte de seu enredo passado na China, a empresa tentou tomar cuidado com os estereótipos e passar uma visão muito mais correta do país. Não houve nenhum comentário semelhante aos do passado em relação ao título mais recente.


Junto com os primeiros trailers do título, porém, veio também uma polêmica que, não fosse o acertado trabalho de contenção de danos feito pela Capcom, poderia ter minado de forma profunda a expectativa por Resident Evil 5. Pela primeira vez, a franquia chegava à África. E também pela primeira vez, um título da série era acusado de preconceito racial.
Tudo começou quando a pesquisadora Bonnie Ruberg, da Universidade de Berkley, publicou um artigo no site The Village Voice
sobre o recém-lançado trailer de Resident Evil 5. Chris Redfield dizia
que as vítimas continuavam a se acumular em tantos anos de luta e que,
agora, era hora de cumprir seu trabalho até o final. Ele fazia tais
afirmações enquanto disparava contra uma horda de africanos.Ruberg chama a atenção para o fato de que mesmo os negros ainda não infectados apresentavam uma forma assustadora no vídeo. E que, o tempo todo, o protagonista branco estava tentando impedir que todo o mundo fosse tomado pela praga. Citando possíveis referências à epidemia mundial de AIDS, a blogueira acredita que, na verdade, a verdadeira ameaça ali é a raça e não algum tipo de vírus mortal.
Ela lembra, ainda, a antiga “One-drop Rule”, uma lei racista que
vigorou durante anos enquanto os Estados Unidos ainda eram um país
escravocrata. De forma a evitar a miscigenação e extinguir os negros,
foi criada uma definição de raça branca: qualquer conexão ou traço
genético africano já seria passível de suspensão de direitos e outras
penas legais. A ideia era manter os americanos afastados e preservar a
pureza racial.A questão foi replicada em outros veículos relacionados à questão racial. No Black Looks, que também aborda o feminismo, a blogueira Kym Platt taxa como “preocupante” a exibição de africanos selvagens e desumanizados sendo massacrados por um militar branco. Especialmente quando isso acontece em um video game, um meio extremamente popular com crianças e adolescentes.

E essa não foi a única mudança. Apesar da população de Kijuju e arredores ainda ser essencialmente negra, o jogo ganhou uma série de novos inimigos, com etnias oriundas do Oriente Médio e Europa. Brancos, loiros e homens de aparência árabe dividiam espaço com africanos em uma horda mais homogênea e global.
Com a aproximação do lançamento do game, foi a vez do Eurogamer tentar ressuscitar a polêmica. Em uma de suas últimas prévias do game, o site critica a cena em que Allyson é puxada pelos cabelos pelos Majinis. A moça loira e indefesa, sendo atacada por negros sem chance de ser defendida pelo herói branco, foi citada como algo vindo direto dos anos 1920, quando o racismo ainda imperava nos EUA e a raça negra era vista como ameaça.
Finalmente, a Capcom se pronunciou sobre o assunto. Em uma das poucas declarações oficiais sobre o assunto, o ex-diretor de comunicação da empresa, Chris Kramer, afirmou que a África representa o fechamento de um ciclo para a saga, já que o T-Vírus, que originou os principais horrores da saga, havia sido criado a partir de uma planta encontrada no continente.
Além disso, a ideia era utilizar um lugar claro e plano, com luz constante e uma sensação de tensão constante. A África pareceu o local adequado para mostrar o contraste entre luz e sombras, sem qualquer tipo de mensagem subliminar ou questão oculta nesse propósito. Tratava-se, apenas, de dar novos ares à série e aproveitar o potencial gráfico da sétima geração de consoles.

Outra possibilidade é uma provável ingenuidade por parte dos desenvolvedores de jogos. Apesar de ser uma das mais lucrativas do mundo, a indústria dos games está longe de ser madura. E isso inclui também a ideia de que os títulos podem servir como mais do que peças de entretenimento, suscitando questões para a sociedade ou levantando questionamentos.
Simples assim. Os produtores, enfurnados em seus escritórios durante horas na tentativa de entregar o melhor resultado possível, simplesmente não param para pensar que seu trabalho pode ter consequências maiores do que o simples ato de divertir. O pensamento sobre as implicações sociais dos video games ficam em segundo plano, abaixo de gráficos, mecânicas de jogabilidade e outros aspectos.
Um exemplo recente desse tipo de coisa aconteceu com Assassin’s Creed III, acusado de instigar o preconceito dos americanos contra os britânicos. Ao mostrar o assassino Connor agindo apenas contra os “casacos vermelhos”, a Ubisoft – uma desenvolvedora europeia, sediada na França – foi apontada como instigadora de uma rivalidade já secular.
A questão, porém, não gerou mudanças no desenvolvimento ou direcionamento do game. Segundo Corey May, roteirista do game, a história não tenta tomar lados na Guerra de Secessão, e sim, mostrar uma batalha dentro de outra e abordando-a de todos os lados.
A polêmica do racismo de Resident Evil 5 fez com que a Capcom aprendesse uma lição. Ao exibir um apocalipse zumbi internacional em RE6, que tem boa parte de seu enredo passado na China, a empresa tentou tomar cuidado com os estereótipos e passar uma visão muito mais correta do país. Não houve nenhum comentário semelhante aos do passado em relação ao título mais recente.
MATERIA EXCLUSIVA DO TSG NOTÍCIAS
APRESENTADA POR: VERÔNICA TROYANNO.
IMAGENS: EDITADAS E PRODUZIDAS PELA EQUIPE DE ILUSTRAÇÕES.
REALIZAÇÃO: TUDO SOBRE GAMES
GERAÇÃO/ Square Enix confirma novo "Tomb Raider" para próxima geração:
A MUSA NAS ALTURAS
Phil Rogers, CEO da Square Enix, anunciou oficialmente que a produtora está trabalhando numa sequência do mais recente "Tomb Raider" para a próxima geração. Rogers deu a notícia em um comunicado postado no blog oficial da empresa.
"Também fico empolgado em revelar que estamos desenvolvendo uma sequência de 'Tomb Raider' para a próxima geração - algo sobre o qual talvez tenham ouvido falar recentemente!", escreveu Rogers.
Essa última parte se refere à entrevista que a escritora Gail Simone deu ao site Kotaku, em que disse que a HQ de Lara Croft na qual trabalha atualmente se passa após os acontecimentos do jogo de 2013 e fará a ligação entre ele e a vindoura sequência.
Metas irreais?
A confirmação da sequência não deixa de ser uma surpresa, mesmo que muitos aguardassem pela notícia. Isso porque apesar do sucesso de crítica e público de "Tomb Raider", os números de vendas não alcançaram as expectativas da Square Enix.
Segundo um artigo do Game Informer, a expectativa de vendas da Square Enix para "Tomb Raider" era entre 5 e 6 milhões de unidades. O jogo vendeu "apenas" 3,4 milhões de unidades em seu primeiro mês.
Outros dois sucessos de crítica e público da empresa também ficaram abaixo das expectativas: "Sleeping Dogs" vendeu 1,75 milhão de unidades, a meta era entre 2 e 2,5 milhões; "Hitman: Absolution" vendeu 3,6 milhões de unidades, a meta era entre 4,5 e 5 milhões.
Novos caminhos
Apesar disso e de diversas demissões terem ocorrido no escritório da Square Enix em Los Angeles, o CEO Phil Rogers declarou em seu comunicado: "Posso dizer categoricamente que não estamos abandonando os grandes títulos para consoles e PC. Estamos trabalhando duro em aprimorar como desenvolvemos nossos jogos e como os lançamos".
Rogers disse que a empresa passou por uma reestruturação que visa melhorar não apenas a qualidade dos jogos, mas também o tempo de lançamento entre eles.
O CEO lembrou que a Square Enix está produzindo diversos títulos de próxima geração, entre eles "Final Fantasy XV", "Kingdom Hearts III" e "Thief".
O comunicado termina dizendo que em breve teremos mais notícias sobre em quais jogos eles estão trabalhando e quando poderemos esperar pelos seus lançamentos.
CONFIRA IMAGENS DO TOMB RAIDER 2013
Phil Rogers, CEO da Square Enix, anunciou oficialmente que a produtora está trabalhando numa sequência do mais recente "Tomb Raider" para a próxima geração. Rogers deu a notícia em um comunicado postado no blog oficial da empresa.
"Também fico empolgado em revelar que estamos desenvolvendo uma sequência de 'Tomb Raider' para a próxima geração - algo sobre o qual talvez tenham ouvido falar recentemente!", escreveu Rogers.
Essa última parte se refere à entrevista que a escritora Gail Simone deu ao site Kotaku, em que disse que a HQ de Lara Croft na qual trabalha atualmente se passa após os acontecimentos do jogo de 2013 e fará a ligação entre ele e a vindoura sequência.
Metas irreais?
A confirmação da sequência não deixa de ser uma surpresa, mesmo que muitos aguardassem pela notícia. Isso porque apesar do sucesso de crítica e público de "Tomb Raider", os números de vendas não alcançaram as expectativas da Square Enix.
Segundo um artigo do Game Informer, a expectativa de vendas da Square Enix para "Tomb Raider" era entre 5 e 6 milhões de unidades. O jogo vendeu "apenas" 3,4 milhões de unidades em seu primeiro mês.
Outros dois sucessos de crítica e público da empresa também ficaram abaixo das expectativas: "Sleeping Dogs" vendeu 1,75 milhão de unidades, a meta era entre 2 e 2,5 milhões; "Hitman: Absolution" vendeu 3,6 milhões de unidades, a meta era entre 4,5 e 5 milhões.
Novos caminhos
Apesar disso e de diversas demissões terem ocorrido no escritório da Square Enix em Los Angeles, o CEO Phil Rogers declarou em seu comunicado: "Posso dizer categoricamente que não estamos abandonando os grandes títulos para consoles e PC. Estamos trabalhando duro em aprimorar como desenvolvemos nossos jogos e como os lançamos".
Rogers disse que a empresa passou por uma reestruturação que visa melhorar não apenas a qualidade dos jogos, mas também o tempo de lançamento entre eles.
O CEO lembrou que a Square Enix está produzindo diversos títulos de próxima geração, entre eles "Final Fantasy XV", "Kingdom Hearts III" e "Thief".
O comunicado termina dizendo que em breve teremos mais notícias sobre em quais jogos eles estão trabalhando e quando poderemos esperar pelos seus lançamentos.



TOP 10/ Os games para o novo Playstation 4:
REVELADA PELA SONY, OS 10 GAMES PARA O PLAYSTATION 4.
O sucesso de um console não depende apenas do seu potencial e, sim, dos
jogos que ele tem em sua biblioteca. Sabendo disso, durante o anúncio do
PlayStation 4 na quarta-feira (20), a Sony apresentou dez jogos que serão lançados para o aparelho.Entre os títulos estão "Diablo III", da Blizzard, "Watch Dogs", da Ubisoft, "Destiny", da Bungie, e "Killzone: Shadow Fall", da Guerrilla Games.
Embora não tenha apresentado o console de fato, tampouco revelado preço e data de lançamento oficiais – o videogame chega no final de 2013 –, a empresa focou em mostrar os serviços on-line do novo aparelho e o novo joystick DualShock 4. E mesmo com estes dez jogos confirmados, não há garantia de que eles estarão prontos no lançamento do PS4.
Confira quais foram os jogos apresentados pela Sony para o PlayStation 4:
1 – 'Killzone: Shadow Fall' (Sony)
O jogo revelou o que os fãs podem esperar dos jogos do novo console. O mundo futurista, que no início da demonstração mostra uma cidade vista do alto traz muitos detalhes, efeitos de luz e de fumaça e muitas partículas que aparecem nas explosões.
Na apresentação, a cidade em que o jogador se encontra foi atacada e o personagem teve que partir para o ataque. O final da "demo" mostra o jogador pendurado em um helicóptero por uma corda, tendo que explodir a aeronave dos inimigos Helghast. Como nos jogos anteriores, o jogo de tiro em primeira pessoa traz boas doses de ação.
O game não teve a data de lançamento, bem como outros detalhes, revelados.
2 – 'Watch Dogs' (Ubisoft)
O jogo que foi o destaque da feira Electronic Entertainment Expo (E3) realizada em junho de 2012 receberá também uma versão para o PlayStation 4. "Watch Dogs" coloca o jogador na pele de um hacker que usa seu smartphone para acessar a vida digital das pessoas, invadir sistemas de segurança, hackear bancos e até controlar os semáforos.
O jogador tem a cidade de Chicago livre para explorar e pode ajudar pessoas em seu caminho. Um exemplo dado na "demo" foi que, por meio do seu smartphone, o personagem principal pode ver quais pessoas correm mais riscos e ajudá-las. Ele também pode checar quanto de dinheiro a pessoa tem, hackear sua conta e sacar o dinheiro em um caixa automático.
O game também terá versões para PlayStation 3, Xbox 360 – e quem sabe para o novo videogame da Microsoft – e para Wii U.
3 – 'InFamous: Second Son' (Sony)
O novo game do estúdio Sucker Punch traz um personagem com poderes especiais que pode se teletransportar. Desse modo, ele não pode ser visto por milhares de câmeras de segurança espalhadas pela cidade.
O game terá um mundo aberto para se explorar e usar os poderes para enfrentar os inimigos. Ele também pode soltar poderes especiais para enfrentar soldados e destruir câmeras de vigilância.
O trailer apresentado pela Sony mostrou pouco do novo "Infamous". Mas, para criar o efeito de teletransporte do herói, muitas partículas são apresentadas, mostrando o poder de processamento do PS4.
4 – 'Driverclub' (Sony)
Enquanto todos esperavam o anúncio do simulador "Gran Turismo 6", a Sony mostra "Driveclub" , um game de corrida que leva os melhores carros aos jogadores. E, segundo a empresa, o objetivo é dar uma nova sensação de dirigir carros caríssimos nos lugares mais belos do mundo.
O game permite criar um clube com amigos e desafiar outros grupos ao redor do mundo, mas não apenas em competições em que o vencedor é quem chega em primeiro lugar, e, sim, realizando desafios cooperativos.
O jogo tem como opção poder olhar todos os detalhes do carro e visualizar seu interior. O título tem a visão em primeira pessoa como principal, o que permite olhar o veículo por dentro.
5 – 'Diablo III' (Blizzard)
A empresa retorna aos videogames após quase 15 anos focada em jogos para PC . O jogo de RPG de ação foi totalmente adaptado para os joysticks do game, já que os comandos são voltados para o teclado e mouse do PC. "Estamos criando uma nova interface intuitiva para o game e uma nova perspectiva dinâmica de câmera que mostrarão o poder do PlayStation", disse Chris Metzen, executivo da Blizzard.
O jogo ainda não tem data oficial de lançamento, mas receberá uma versão para o PlayStation 3.
6 – 'Knack' (Sony)
O primeiro jogo do PlayStation 4 a ser revelado no evento da Sony traz um visual cartunesco, com um personagem – um robô – formado por diversas peças de metal sucateado bem pequenas. Assim, ele reúne todas elas para aumentar de tamanho e mudar de forma, o que serve para eliminar os inimigos.
Ele deve usar sua habilidade para se transformar para enfrentar inimigos que querem destruir sua cidade. Ao receber um golpe, o robô perde parte das pecinhas. O game deve ser lançado junto com o PS4 no final do ano.
7 – 'Final Fantasy' (Square Enix)
Praticamente nada foi falado sobre um novo game da famosa série de RPG "Final Fantasy", mas a produtora Square Enix garantiu que próximo game sai primeiro no PS4.
O título fará uso do motor gráfico Luminous Engine, da própria empresa, que apresenta personagens mais realistas, permitindo que o jogador perceba suas emoções por meio de expressões faciais.
O novo "Final Fantasy" será apresentado na feira E3, em junho.
8 – 'Destiny' (Activision/Bungie)
Antes estúdio exclusivo da Microsoft, a Bungie garantiu sua independência após o lançamento de "Halo: Reach" e aposta em seu game de tiro em primeira pessoa futurista para o PlayStation 4 e PlayStation 3 – o X360 também receberá o jogo. "Destiny" é um game de tiro on-line que apresenta um mundo persistente.
Os jogadores terão liberdade para criar personagens e viajar pelo Sistema Solar em busca da salvação da humanidade. No PS4, "Destiny" terá conteúdo exclusivo.
9 – 'The Witness' (independente)
Jonathan Blow, o criador de "Braid", fez um anúncio inesperado sobre seu mais novo game, "The Witness". Antes previsto para iOS, Android e PC, o título de quebra cabeças é exclusivo do PlayStation 4.
No game, o jogador anda por um mundo aberto e deve resolver enigmas para conseguir avançar. Alguns deles envolve descobrir um caminho em um labirinto, mas Blow garante que haverá muitos mistérios na ilha onde o game se passa.
10 – 'Deep Down' (Capcom)
Pouco foi revelado sobre "Deep Down" e até mesmo o nome do jogo é provisório. O que se sabe é que ele utiliza um novo motor gráfico que traz gráficos bem acima dos vistos no PS3. O game traz um mundo medieval, ao assistir ao vídeo, lembra bastante "The Elder Scrolls V: Skyrim".

























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