'A Shadow Falls' tenta explicar trama da série para fãs e desconhecidos.
Modo história até pode agradar fãs, mas é experiência insossa
O game de luta "Street Fighter V" ganha nesta sexta-feira (1º) o seu aguardado modo história, "A Shadow Falls". Essa é a primeira vez que um jogo da série investe tempo em tentar explicar a sua trama a fãs e desconhecidos de Ryu e companhia. A atualização é gratuita.
Além do modo história, o game da Capcom também recebe nesta sexta dois conteúdos pagos: os novos lutadores Ibuki e Balrog, que podem ser comprados com Fight Money (moeda virtual acumulada jogando "Street Fighter V") ou dinheiro real.
O G1 jogou o 1º capítulo de "A Shadow Falls". E ele até pode agradar quem gosta do universo do game de luta. Mas pode ser sincero? É só porque é de graça.
O modo história de "Street Fighter V" é uma experiência insossa. Os diálogos são fraquinhos, falta aquele entusiasmo dramático que faz a história do rival "Mortal Kombat" ser tão legal, e as lutas não oferecem nenhum tipo de desafio ou narrativa que as diferenciem de uma partida comum contra a máquina. Parece que os próprios lutadores do game estão entediados com o que está acontecendo na história, que também repete uma insistência constrangedora em sexualizar as mulheres.
Senta que lá vem história
"A Shadow Falls" parte do pressuposto que você jogou as introduções de cada um dos lutadores do jogo – o que você até deve ter feito, mas provavelmente não se lembra mais de tão insignificantes que são – e mostra Ryu, Guile, Chun-Li e Cammy em uma missão para impedir o vilão M. Bison de ativar um grupo de satélites chamado "7 Black Moons" (7 Luas Negras). O objetivo? Ter poder completo sobre o mundo, é claro.
Modo história até pode agradar fãs, mas é experiência insossa
O game de luta "Street Fighter V" ganha nesta sexta-feira (1º) o seu aguardado modo história, "A Shadow Falls". Essa é a primeira vez que um jogo da série investe tempo em tentar explicar a sua trama a fãs e desconhecidos de Ryu e companhia. A atualização é gratuita.
Além do modo história, o game da Capcom também recebe nesta sexta dois conteúdos pagos: os novos lutadores Ibuki e Balrog, que podem ser comprados com Fight Money (moeda virtual acumulada jogando "Street Fighter V") ou dinheiro real.
O G1 jogou o 1º capítulo de "A Shadow Falls". E ele até pode agradar quem gosta do universo do game de luta. Mas pode ser sincero? É só porque é de graça.
O modo história de "Street Fighter V" é uma experiência insossa. Os diálogos são fraquinhos, falta aquele entusiasmo dramático que faz a história do rival "Mortal Kombat" ser tão legal, e as lutas não oferecem nenhum tipo de desafio ou narrativa que as diferenciem de uma partida comum contra a máquina. Parece que os próprios lutadores do game estão entediados com o que está acontecendo na história, que também repete uma insistência constrangedora em sexualizar as mulheres.
Senta que lá vem história
"A Shadow Falls" parte do pressuposto que você jogou as introduções de cada um dos lutadores do jogo – o que você até deve ter feito, mas provavelmente não se lembra mais de tão insignificantes que são – e mostra Ryu, Guile, Chun-Li e Cammy em uma missão para impedir o vilão M. Bison de ativar um grupo de satélites chamado "7 Black Moons" (7 Luas Negras). O objetivo? Ter poder completo sobre o mundo, é claro.






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