Nintendo Switch pode
ser usado como videogame convencional, ligado à TV, ou de forma
portátil, usando uma tela parecida com um tablet (Foto:
Divulgação/Nintendo)
Fonte: g1
Em janeiro de 2015, a Nintendo anunciou que a Gaming do Brasil, empresa
que até então servia como canal de vendas de games e consoles da
empresa japonesa no país, não iria mais importar os produtos da
Nintendo. A Gaming do Brasil é subsidiária da Juegos de Video
Latinoamérica, GmbH, que representa a Nintendo em toda a América Latina.
A atuação na região, porém, continuaria.
Na ocasião, o executivo Bill van Zyll, diretor geral da Nintendo para a América Latina, disse ao site que
a Nintendo estava "dando um passo atrás no Brasil para repensar o seu
modelo de negócios" no país, e que via isso "como algo temporário". "Não estamos desistindo do Brasil", afirmou.
A Nintendo atribuiu sua decisão às altas taxas de importação.
"O Brasil
é um mercado único por causa do seu tamanho e potencial. E isso cria
desafios únicos. O que eu posso dizer é que olhamos continuamente para o
modelo de importação. E nos vimos forçados a repensar esse modelo.
Determinamos que ele simplesmente não é sustentável", afirma van Zyll.
"Por causa desses custos, não somos capazes de levar nossos produtos
aos consumidores brasileiros a um preço e a um custo que faça sentido".




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