As mecânicas de Narcosis são muito bem pensadas, mas falha nos aspectos restantes!
Imagine você no fundo do oceano pacífico, lutando pela sobrevivência e investigando a sombria história de uma organização… este é Narcosis. A premissa do jogo certamente deve ter chamado a atenção, assim como chamou minha atenção. Para os amantes de jogos de suspense, a ideia faz olhos brilharem. Todavia, o jogo foge do clássico “mansão assombrada” em uma noite chuvosa. No entanto, infelizmente o jogo pode não corresponder com suas expectativas altas.
Com grande potencial, Narcosis falha em muitos aspectos com exceção a mecânica, especificamente sua principal e mais atrativa mecânica.
Como citei no subtítulo, a forma de narrativa do game é semelhante ao que temos em filmes como o “Aniquilação“, da Netflix. Vivemos uma história relatada pelo protagonista em uma interrogação sobre o que aconteceu. Em um resumo sem spoiler da trama, você é um mergulhador industrial que fica preso no fundo do oceano pacífico, e você se vê na missão de tentar voltar a superfície, assim procurando por possibilidades dentro de uma organização de pesquisas abaixo do oceano.
Logicamente as coisas não estão como deveriam estar, e com isso, entra a parte sombria do game. Ao longo do jogo nós encontramos corpos de ex-funcionários da organização, você pode coletar os chips de identificação deles para obter informações sobre aquela pessoa.
Os relatos do protagonista são narrados com o gameplay. Cada área nova ou algo descoberto, acontece o diálogo sobre o que ele pensava. O maior problema é que meio de tantos mistérios, acontece muitas frases filosóficas sobre a situação. Contrastando a atmosfera do jogo com este estilo de diálogo, as coisas acabam não ficando muito legais. Faltando tantas informações sobre o que está acontecendo, a última coisa que o jogador vai querer é refletir as frases do protagonista.
Some ambas formas de narrativa e temos uma história desinteressante e que a maioria pode acabar achando chato.
Nada agrada, a não ser as mecânicas
Assim como já revelei no título, o maior trunfo do jogo é as mecânicas. A ideia do oxigênio e do personagem reagir a cenas “terríveis“, afetando o consumo é ótimo. A imersão desta mecânica com um cenário detalhado e efeitos sonoros que traz a sensação de estar submerso no oceano foi o que me deixou interessado – desde o trailer. Mas a história anda longe de ser algo muito sombrio, em soma com incansáveis caminhadas, jumpscares baratos, puzzles de soluções banais e combate fraco, eu te digo que esta experiência não vale a pena.
Levamos em torno de 4-5 horas para concluir o game. É um jogo bem curto, mas que dado a minha experiência, foi mais do que suficiente. O título está disponível para PC, Playstation 4, Xbox One e VR/RV.
Fonte: Combo
Imagine você no fundo do oceano pacífico, lutando pela sobrevivência e investigando a sombria história de uma organização… este é Narcosis. A premissa do jogo certamente deve ter chamado a atenção, assim como chamou minha atenção. Para os amantes de jogos de suspense, a ideia faz olhos brilharem. Todavia, o jogo foge do clássico “mansão assombrada” em uma noite chuvosa. No entanto, infelizmente o jogo pode não corresponder com suas expectativas altas.
Com grande potencial, Narcosis falha em muitos aspectos com exceção a mecânica, especificamente sua principal e mais atrativa mecânica.
Como citei no subtítulo, a forma de narrativa do game é semelhante ao que temos em filmes como o “Aniquilação“, da Netflix. Vivemos uma história relatada pelo protagonista em uma interrogação sobre o que aconteceu. Em um resumo sem spoiler da trama, você é um mergulhador industrial que fica preso no fundo do oceano pacífico, e você se vê na missão de tentar voltar a superfície, assim procurando por possibilidades dentro de uma organização de pesquisas abaixo do oceano.
Logicamente as coisas não estão como deveriam estar, e com isso, entra a parte sombria do game. Ao longo do jogo nós encontramos corpos de ex-funcionários da organização, você pode coletar os chips de identificação deles para obter informações sobre aquela pessoa.
Os relatos do protagonista são narrados com o gameplay. Cada área nova ou algo descoberto, acontece o diálogo sobre o que ele pensava. O maior problema é que meio de tantos mistérios, acontece muitas frases filosóficas sobre a situação. Contrastando a atmosfera do jogo com este estilo de diálogo, as coisas acabam não ficando muito legais. Faltando tantas informações sobre o que está acontecendo, a última coisa que o jogador vai querer é refletir as frases do protagonista.
Some ambas formas de narrativa e temos uma história desinteressante e que a maioria pode acabar achando chato.
Nada agrada, a não ser as mecânicas
Assim como já revelei no título, o maior trunfo do jogo é as mecânicas. A ideia do oxigênio e do personagem reagir a cenas “terríveis“, afetando o consumo é ótimo. A imersão desta mecânica com um cenário detalhado e efeitos sonoros que traz a sensação de estar submerso no oceano foi o que me deixou interessado – desde o trailer. Mas a história anda longe de ser algo muito sombrio, em soma com incansáveis caminhadas, jumpscares baratos, puzzles de soluções banais e combate fraco, eu te digo que esta experiência não vale a pena.
Levamos em torno de 4-5 horas para concluir o game. É um jogo bem curto, mas que dado a minha experiência, foi mais do que suficiente. O título está disponível para PC, Playstation 4, Xbox One e VR/RV.
Fonte: Combo






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